O moinho de vento da minha mente, onde escrevo luar ébano de sensualidade e presentes. Imortalidade eu deixo, escrevendo em prosa não emprestada. Atrás de empenas fechadas. Atarraxamentos pingando lágrimas. O suor na minha xícara, como sucos jantaram.
Minha musa me acalma, beijando meu pau. Alma de prazeres abundantes. Meus lábios ansiando por você.
Gravando em pergaminho picado, como precum pingando da minha pena. Aura do vampiro. Eu, Adagio.
Lentamente sua língua segue, seu pensamento sempre dado. Não descansando em louros inalando meu eixo grosso, como o metrônomo tiquetaqueia. Minha baba escorrendo… escorrendo em seu portal aberto. Seu clitóris lateja, como banshees coro a escuridão da abadia.
O moinho de vento da minha mente, escrevendo em prosa não emprestada.
Enquanto sopra o coro da meia-noite dos ventos. Abóboras rugem como almas suaves. Enquanto o diabo canta melodias tristes. Jack Frost espreita o milho. Com olhos de um corvo nascido. Doze passos…
continuar Poemas Eróticos história de sexo"Myfanwy... Myfanwy... Sou sua. Sou sua." "Sim, sim, sim, você é -" Oh! essas palavras de segurança, essas palavras de necessidade, essas palavras de amor. O sorriso, o suspiro, a boca aberta, o…
continuar Poemas Eróticos história de sexoFique quieto, segurou firme. Respire contra o prazer, os pulmões se esforçando para encher, com as duas mãos no mastro, e o rosto enterrado no tesouro, sujeito à vontade de outro como nunca antes…
continuar Poemas Eróticos história de sexo