Sozinho rindo com minha imaginação e pegando meus dentes com um dente de dragão, como o agente funerário está me deixando uma vala. Como a ametista nos aposentos de carvão, se a morte não te mata, meu humor vai. Silenciosamente ecoando embora vibrando osso, não é nada mais doce, em seguida, carne de sapo magra. A não ser que mordisque a espiga de um clitóris quando meu talo está pulando sobre coxas fofas, antes do rabo do pênis-a-rabisco.
Sozinho rindo com a moça do escavador enquanto minhas gônadas rolam no couro, com uma xícara de chávena de bruxas, poeticamente rabiscando como a gravata de pena. Em meu fôlego de formaldeído fermentado como a campainha harpas, fora ao meio-dia, com os quartos em meus olhos eu me levanto, pegando meus dentes com um dente de dragão.
A uma distância de um cotovelo, apenas um fôlego. Sentindo seu toque na suavidade do pão da vida. Seus quadris sobem para o Portobello entre suas coxas. Com os seios balançando uma música de…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEu rezo para você não pisar nos meus sonhos. Embora você possa apenas ver esta concha mortal, Uma coisa frágil de carne; essa realidade externa, não tem substância maior que o ar, mascarando a…
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