Enquanto sento na minha cadeira ociosa, os vermes brilhosos iluminam meu covil, com uma agitação sobre a minha poeira, em pensamentos de uma vulva franzida. Ao compor coros arrebatados, quando a prostituta da minha composição passeia pelo meu pênis, selando uma vara torta. Um zumbido viajante de rum de estanho, rindo de joelhos, enquanto dou brinde a um espirro de musas, em pensamentos de uma vulva enrugada.
Em pergaminho, minha terra de Goshen, cultivando um novo poeta, esfregando meus versos enquanto eu esculpia meus escritos. Então agora eu sou o anfitrião, enquanto sento na minha cadeira ociosa, afastando o fantasma, gabando-me de madames.
Ela é minha por enquanto. Esperando tanto tempo por ela Era todo o meu significado. Livre de seu amante. Procurar agradá-la com sexo será minha única missão. Sensualidade. Isso é tudo que posso…
continuar Poemas Eróticos história de sexoSua janela me chama para não ter medo de entrar e te encontrar dormindo lá. E irei a você esta noite, minha querida, como você me espera assim, em seu covil. Eu pairo sobre você, meu pau, um…
continuar Poemas Eróticos história de sexoDurma, minha entrada para o êxtase, nunca deixa de me socorrer. Sempre preenche meu pedido mais profundo. Como você diz? Quando ela vem até mim! Minha mente está em branco até que ela chegue, Um…
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