Então o sapato, musaranho da meia-noite cai na água que eu bebo à beira da minha sanidade, a beira da minha pantomima. Em silêncio, às vezes rabisco até a madrugada mostrar seus espinhos de fogo e anéis enquanto os pássaros da manhã cantam, salmos de escuros cantos. Se masturbando até o alvorecer dos pecados enquanto minha pena de galo gira sobre a cavidade de sua boceta se elevando acima de sua grama arrancada. Então eu durmo sob meus sonhos como sombras arabescas em meu peito, os ácaros dançando em minha fantasia e teias de aranha no segundo ato.
Seus olhos verdes Curva de seios cheios Brincando com sua bebida Na caçada Por apenas aquele que ele vê o dele Pingando de fascínio Sentado ao lado de suas bebidas fluindo Seu perfume poderoso A…
continuar Poemas Eróticos história de sexoCom versos castigando minhas angústias sombrias. Perto do trajeto de um bobo da corte, sombreando as gralhas da minha mente Como se cebolas selvagens azedassem meu Similac. Enquanto minha musa…
continuar Poemas Eróticos história de sexoDeixe-me lembrar bem de você…
🕑 2 minutos Poemas Eróticos Histórias 👁 1,480Você começou tudo Com seu toque na minha bochecha E o sorriso que iluminou seus olhos. Esse foi o começo Do mistério e da profundidade Este prazer extasiado e delicioso. Enviando espasmos e…
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