Como uma escada surreal, eu ascendo sobre suas coxas, O inconstante de seus suspiros permitindo-me escovar, Com penas de pena, provocando fornicação. O nada dos ventos e quelch do próximo Como ecos de obsidiana caem sobre meus olhos, E com sombra eu trago meu vidoeiro endurecido, Um galho brilhando em suas dobras de sede. Sussurrando um beijo com o seu clitóris assentimento, Como o gafanhoto da lua gaff entre o meu verso, Com os escrevinhadores palavras tão galvanizadas.
Como uma escada surreal, eu ascendo sobre suas coxas, A cortejação de seu abismo covinho.
Antes que o Aspergum entre em ação. Aliviando minha dor de histórias pecaminosas. De uma lasca no meu amadeirado. Do banco de trás de um Chevy. Como as unhas dos pés bebop no meu pau. E ela…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEu nunca deixei este lugar. Sua boca se fecha silenciosamente, apertando como um anel quente e úmido sobre uma coluna de carne necessitada, impotente, subindo em direção ao esquecimento. Meu nome…
continuar Poemas Eróticos história de sexoComo os vermes das trevas atacam minha mente. Com um almíscar do caribu na luxúria. Enfio os lambidas do sal da sua boceta. Dando-te a eternidade condizente com uma sombra. Do meu alter ego no…
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