Não é só meu que canta melancolia do outro lado da boa noite na discussão em meus próprios encontros, pois em palavras eu canto silenciosamente discernindo meu anjo perdido no nirvana. Em asas de poeira e velas inchadas, eles me beijam em uma gruta escura, enquanto meu obelisco me apaixona pelos pecados das buscas sedentas. Oh! Que louvor eu estremeço compondo ambíguo entre as dobras da minha alma sensual, arrepiando as penas por euforia e beijos ofegantes. Enquanto serafim acariciava meu 'aumento de peso devido com os lábios suados' no meu cursor ascendente, palavras em cinzas de minhas estrofes ossárias e o amor do meu não-halo. E o bufar da minha luxúria nas sombras entre o pulso crescente do outro lado da boa noite, pois em palavras eu canto silenciosamente discernindo meu anjo perdido no nirvana.
Coração pulando Sensação de vôo Bombeamento sanguíneo O teto flutua à vista Esticando-se para virar Membros ficam entorpecidos Batendo sóbrio Dor atingindo como um tambor Suspenso no ar…
continuar Poemas de amor história de sexoAnsiando por jovens enterrados Sexualmente esquizofrênicos, intocados Curvatura do corpo, corpo arremessado Fio de seda, firmemente agarrado Desejos afogando-se em desespero Surgindo de tempos em…
continuar Poemas de amor história de sexoEstou na terra dos sonhos, ainda não consciente dos meus arredores. Eu ouço você inquieto ao meu lado. É muito cedo para meus olhos se abrirem, estou tendo o mais doce dos sonhos. Eu posso sentir…
continuar Poemas de amor história de sexo