Eu me lembro do tempo Quando você enroscou o amor em mim, Dando meu pênis um chupão roxo E baba escorria de minhas bochechas Agora como o mofo caiu Sobre meu velho pau e ossos E o banco impediu Em meu caixão oco Eu fico de palidez cinza Enquanto os coveiros uivam, Soured em fluido de embalsamamento E pouco em conserva, Sloshing na minha carne Com algodão enfiado na minha bunda, E você está brincando Com seu clitóris pula-pau Dando o mortician trancos e barrancos, Mas as coisas vão ficar Mais doce Quando eles fumam minha salsicha, Envolvendo-me em uma urna de porcelana Enquanto os coveiros uivam E os laços que se retorcem, Ainda me fazem roxo.
Com uma manobra fungante eu espirro, como o pólen, como o sopro de neve do inverno, enxugando uma lágrima sobre uma bolota poética. A falsidade de tudo quando os campos são cortados, por uma…
continuar Poemas de amor história de sexoUm coração palpita Sente-se, espere, assista maravilha Peitoril da janela um pássaro murmura Olhos, por favor, abra, veja Dedos toque, pulso forte Luz volte para mim Horas, dias, cada passagem…
continuar Poemas de amor história de sexoTão perto quanto o olho de um besouro, eu rabisco amore, Silenciando areia em meus sonhos, Prolongando com uma sujeira de suor. Como o gótico está quieto, meus escribas de pena, De fantasmas e…
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