Com uma manobra fungante eu espirro, como o pólen, como o sopro de neve do inverno, enxugando uma lágrima sobre uma bolota poética. A falsidade de tudo quando os campos são cortados, por uma foice romanceando uma abelha, com um sorriso fraco. Lá você vibra em lembranças, um beijo espiritual de múmias, pois em meu ouvido, um anjo é escravizado.
Diários eternos de Deus. E quando a gripe sufocante assolou sua praga, em meus quatro pontos e pecados, senti uma ferida. Enquanto a minhoca se contorcia em páginas de algas amareladas, a virada da minha maca, sobre uma bolota poética.
Você sabe que eu não acredito em destino Mas de alguma forma deve ser a verdade Pois como isso pode ir sem explicação O jeito que eu encontrei minha vida em você? À deriva sem um caminho para…
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