O desejo que não posso resistir começa em meus pensamentos. Isso me impele a nua na cama sob a luz fraca desta tarde de verão encharcada pela chuva. Os dedos encontram o caminho para o centro da minha necessidade, onde sinto o gel frio tocar.
Como uma mola desgastada, a pequena resistência produz e aceita a entrada lisa do primeiro dedo. Meu coração bate contra minhas costelas. Luto para controlar a respiração quando a segunda entra, entra em mim, sonda o centro quente de mim e fecho os olhos e abro as coxas para me render à profunda auto-absorção, o prazer único da penetração pessoal, confundida com penetrante e penetrada, indiferente ao meu entorno.
Dois dedos se movem para dentro e para fora de mim, devagar, insistentemente, até que toda a resistência se esvai e o terceiro me acha flexível como massa fresca. Dedos de pressão me provocam e eu sofro por mais. Anseio mergulhar mais fundo no êxtase, me esticar ao ponto da dor para sentir a satisfação da plenitude.
Devorado em minha cama.…
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