Nas minhas escapadas poéticas de prazeres eróticos, beijei as pedras de vagabundos luxuriosos. Acariciou o mármore dos peitos de donzelas. Sussurrado em borboletas azuis, e masturbado em teias de aranha. Eu forniquei com dríades do poderoso carvalho.
Splurged meu esperma ao chorar salgueiros. Entrelaçou meus membros em galhos bem torneados. Escrevia na casca a minha sinistra escuridão, e realizava felação nas carruagens. Atrás das empenas da minha mansão de Aberdeen, componho estadas de minha missão.
O mestre do meu mistério sombrio, me torno submisso à minha musa. O súcubo de Budapeste. Sua língua como um falo saltou rastejando, Viajando pelos vales e dobras das minhas coxas.
Enquanto minha masculinidade se eleva para a ocasião, Sua sombra atravessa meu pau. Borboletas azuis beijam meus lábios.
Enquanto sopra o coro da meia-noite dos ventos. Abóboras rugem como almas suaves. Enquanto o diabo canta melodias tristes. Jack Frost espreita o milho. Com olhos de um corvo nascido. Doze passos…
continuar Poemas Eróticos história de sexo"Myfanwy... Myfanwy... Sou sua. Sou sua." "Sim, sim, sim, você é -" Oh! essas palavras de segurança, essas palavras de necessidade, essas palavras de amor. O sorriso, o suspiro, a boca aberta, o…
continuar Poemas Eróticos história de sexoFique quieto, segurou firme. Respire contra o prazer, os pulmões se esforçando para encher, com as duas mãos no mastro, e o rosto enterrado no tesouro, sujeito à vontade de outro como nunca antes…
continuar Poemas Eróticos história de sexo