Quando a primeira gota de orvalho cai, como encaro as adversidades. Muitas pessoas negam, os rabiscos da minha prosa. Com esse roteiro que compartilho, a humildade da minha presença.
Como um bardo com uma ereção, dou-lhe visões noturnas. Meu conforto é minha alma, nele desejo. Como abelhas na primavera, trago sensualidade ao entardecer.
Escuro é erotismo, como cera é velas. Cum pingando poeticamente. Meu pau rabiscando metaforicamente.
Palavras trazem excitações e vibrações de sua busca. Enquanto componho em minha mesa antiga, minha musa acaricia minha pena. A masturbação é uma embriaguez, se não for abençoada com aberração.
Enquanto minha mão desliza no meu eixo, estou dando a última risada. Nas sombras da minha mente, escrever é minha alegria amaldiçoada. Eu, o Sandman de Aberdeen, voando para visitá-lo.
Quando a primeira gota de orvalho cai, eu ouço meu chamado. Sussurros silenciosos à meia-noite, seu convite de saudade.
É mais profundo do que as palavras trocadas que chamuscam nossos sentidos, aqueles que começam com uma provocação e gradualmente afundam em lugares que nenhum outro possui as coordenadas. Mais…
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