do meu warbling e prosa, meu pênis-limpo, para cima. "Que façanha!" Como um caule de milho Pronto para arrancar alguma buceta. E se o clitóris não morder Meu pau sobreviverá outra noite, Sob os botões da cama e lustres Enquanto ela me agarra pelas orelhas. Levando-me a extraviar em conluio com uma boceta, Minha pena vai tagarelar e ar fresco. Como meus testículos testificam e encolhem, Meu pênis está limpo, direto para cima.
"Que façanha!" Por meu warbling e prosa.
Sussurros ásperos de renda branca Na pele de caramelo Onde seu perfume enche o ar Com seu mel e suor. Apertado é o beijo Onde ela o recebe em Para o inchado segredo molhado. Ela implora para ser…
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