Na solidão da caixa pequena E swooshes de hálito frio, Pétalas mortas na minha boutonnire E uma lágrima seca eu descanso. Como as folhas da minha morada, Amassando e se espalhando E os velhos ossos balançando, Engrenagens da minha mente eu desço. Abaixo do rugido do vento uivante Transcendendo-se para escurecer espaços, Em pergaminho eu coloco Meu novo leigo encontrado. Coroação da minha caneta eu giro, Júbilo de arrepiante ânsia obscura E minha compunção erótica, Como os ácaros cantam meu sorriso cisne.
Na solidão da caixa pequena Anexado com alças de latão, eu sou colocado para descansar, excitado na melhor das hipóteses, compondo com uma ereção. Com a ponta do punho Abaixo do chão eu exponho, Pétalas mortas no meu boutonnire E swooshes de hálito frio.
Enquanto sopra o coro da meia-noite dos ventos. Abóboras rugem como almas suaves. Enquanto o diabo canta melodias tristes. Jack Frost espreita o milho. Com olhos de um corvo nascido. Doze passos…
continuar Poemas Eróticos história de sexo"Myfanwy... Myfanwy... Sou sua. Sou sua." "Sim, sim, sim, você é -" Oh! essas palavras de segurança, essas palavras de necessidade, essas palavras de amor. O sorriso, o suspiro, a boca aberta, o…
continuar Poemas Eróticos história de sexoFique quieto, segurou firme. Respire contra o prazer, os pulmões se esforçando para encher, com as duas mãos no mastro, e o rosto enterrado no tesouro, sujeito à vontade de outro como nunca antes…
continuar Poemas Eróticos história de sexo