Na solidão da caixa pequena E swooshes de hálito frio, Pétalas mortas na minha boutonnire E uma lágrima seca eu descanso. Como as folhas da minha morada, Amassando e se espalhando E os velhos ossos balançando, Engrenagens da minha mente eu desço. Abaixo do rugido do vento uivante Transcendendo-se para escurecer espaços, Em pergaminho eu coloco Meu novo leigo encontrado. Coroação da minha caneta eu giro, Júbilo de arrepiante ânsia obscura E minha compunção erótica, Como os ácaros cantam meu sorriso cisne.
Na solidão da caixa pequena Anexado com alças de latão, eu sou colocado para descansar, excitado na melhor das hipóteses, compondo com uma ereção. Com a ponta do punho Abaixo do chão eu exponho, Pétalas mortas no meu boutonnire E swooshes de hálito frio.
Eles se deitam na cama fechando os olhos envolvendo seus braços ao redor dela Quando ele a puxa para perto. Pensando ao longo do dia lembrando o som de sua risada, uma risadinha sonora Como seu…
continuar Poemas Eróticos história de sexoUma causa para eu não repousar este pôr do sol, Em iteração, eu falo de Insônia, Wench do meu discurso indulgente, Afflatus do meu pergaminho sinuoso. À luz da escuridão espreitando,…
continuar Poemas Eróticos história de sexoO manto quieto de minhas roupas Enquanto eles caem sem esforço no chão Me deixando completamente exposta Toda curva do meu corpo O brilho dourado da pele úmida Minha fome e necessidade é…
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