Apenas um mero mortal de um poeta em calças extravagantes e apenas uma sombra nos ventos da minha casaca, enquanto a cera da vela escorre selando meu verso. E meu relógio balança aos quinze minutos dando luz aos meus olhos diabólicos brilhando, andando na ponta dos pés nos sapatos altos. O que faz jingles meus testículos, arranha meu umbigo enquanto eu tomo fome em seu epítome arrebatador e as mariposas vibram em torno da vela acesa. Enquanto sua carne me dá a coceira e você ri sedução rimas, com os dedos na ponta dos pés no meu peito.
O que eu dou apenas um pouquinho do seu damasco e você se apega ao meu pêndulo, enquanto os dormentes da cidade descansam.
A quietude se tornou um eco de idiotas gritando. Como os bufões riram da minha dicotomia de escrita. Das minhas fraquezas uma escuridão sem fim com tinta. Como parasitas em uma piscina de delírio.…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEles tomavam a vida como certa Não percebendo o tempo passando Agora eles tinham que arriscar Enquanto vivenciavam cada dia. A vida se tornou complicada O amor parecia ter sido interrompido Seu amor…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEla tinha orelhinhas de gatinho brancas e quando falava elas se mexiam. Ela se virou e tinha uma longa cauda peluda branca e quando ela andou balançou convidativamente. Agora, ela está ronronando e…
continuar Poemas Eróticos história de sexo