Quando eu cheguei batendo Com a buceta no meu rabo Cortando você com bolas de azul Eu peço um parafuso ou dois. Com a colher de sapato eu cortei, Meu pau duro no seu clitóris, Apertado como o pente de uma abelha, Mel no meu pau. Seios como guinchos de croquete, mamilos como torneiras de fonte, Quando o empurrão veio para empurrar, eu peguei o vírus da gripe.
Boceta, toalha de mesa espalhada, Sem luz de vela Presa à minha cabeça de pau, Parecia um barracão. Pelo menos você dá cheques de chuva e beija meu pescoço de galinha, Fudendo pelos números, Às terças-feiras quando troveja. Eu nem sequer tive a chance De receber meu cartão, Dois por um dólar, Sem sequer engolir.
Você conhece muito bem minha fome gananciosa, a sede faminta anseia por ser saciada. Você fica perto o suficiente para provocar apenas além do alcance da minha língua, a umidade infiltrando-se…
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