Quando eu cheguei batendo Com a buceta no meu rabo Cortando você com bolas de azul Eu peço um parafuso ou dois. Com a colher de sapato eu cortei, Meu pau duro no seu clitóris, Apertado como o pente de uma abelha, Mel no meu pau. Seios como guinchos de croquete, mamilos como torneiras de fonte, Quando o empurrão veio para empurrar, eu peguei o vírus da gripe.
Boceta, toalha de mesa espalhada, Sem luz de vela Presa à minha cabeça de pau, Parecia um barracão. Pelo menos você dá cheques de chuva e beija meu pescoço de galinha, Fudendo pelos números, Às terças-feiras quando troveja. Eu nem sequer tive a chance De receber meu cartão, Dois por um dólar, Sem sequer engolir.
Tudo começa com um sabor bonito. Ajoelhado na cama como um altar, palmas deslizando ao longo das coxas nuas, carícias em cascata quando você começa a se abrir para mim. Você começa a regar seus…
continuar Poemas Eróticos história de sexoÁrvores majestosas. Espíritos altos eles estão. Sussurrando melodias desconhecidas, à medida que os ramos transcendem. Como violoncelos gemendo suspirando por boceta. Há muito esquecido. monges…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEla concorda em ver até onde seu corpo pode ir......…
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