Enquanto escrevo, sentado no meu think tank, O poço da minha tinta formula prosa. A pena emplumada dos meus escribas de cuco, Caw do pássaro berrando. Levantando o pau, meu pau de pêndulo, A metadona pulsa palavras.
Picando a caneta sobre o pergaminho, o orvalho do meu pênis desliza e escorre. Na carne, o beijo da besta poética, A subida das coxas trovejantes. Portal da boceta, entrando no infinito, O súcubo esfria minha vela. Enquanto eu componho, a chama congelou, Na noite da prosa erótica.