Um barril de leite, Barril de cerveja fermentando ainda, Dentro das entranhas de madeira de carvalho. Tenho sede. Pewter do meu cálice manchado, Em eeriness eu me durmo para dormir, De sonhos eu me deito a luxúria, O succubus de Dallionshorn.
Em momentos de piscar, eu espio, Seus seios de lágrimas eu procuro. Busca dos olhos, meus suspiros choram, Precum do orvalho, tenho por ela. Em rangidos dos meus ossos arrepiantes, Marrow da minha espinha congelada, Ressuscitado do membro latejante, Noite do inverno de dezembro.
A língua da serpente, joguei fora a boca, Como um espírito agitando minha masculinidade, O forte da minha noite vomita, Dentro das entranhas de madeira de carvalho.
Um tímido "Olá..." Um olhar de soslaio Um sorriso gentil... E tudo começa... Um toque prolongado Um olhar cúmplice Um beijo suave Uma carícia suave Um abraço caloroso Um beijo apaixonado…
continuar Poemas Eróticos história de sexoDeitada nua na luz quente da noite; Ela esticou sedutoramente seu corpo voluptuoso; Suas mãos apoiando sua cabeça, suas ricas tranças douradas. Caindo sobre a ondulação suave de seus seios…
continuar Poemas Eróticos história de sexoNão, não é o Dr. Seuss... apenas um pequeno poema de amor que escrevi para o meu amigo....…
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