Seja ainda minha pena de gauche, Depois de um jigger de caldo de mash azedo, Procurando você no cisco, Em um bom lugar dos meus humores. Levantando o frasco em meu fervor, Entre os versos de sal-sótão, Momentos antes da minha sopa, Sendo eu estou atento na minha lassidão. Sem um tique o escorbuto de presságios, Rabiscando com a medula da minha pena, Uma prosa anfractua composta, Enquanto minha língua desce com um beijo, No xale de seu clitóris. Meus pecados vêm chamando de felicidade da meia-noite, No crepúsculo do escravo de sucotana, do coro espiritual, “Sob a lona de horas escuras.
Seu cunty-do me alimentar inchar, Doce da festa em comandos, Vorazes as bolachas do seu molusco, Como a sombra da meia-noite cair. No encore da minha anchova, Buscando você no rabo.
Ela ficou assustada com a batida na porta. Resposta rápida, como muitas vezes antes. Vestida com meias e ligas que ela usava. Venha me foder bombas e não muito mais. A paixão tomou conta deles…
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