Eu senti o xale da escuridão cair como um escravo distante. Enquanto eu fatiava cheddar e pão duro. E nem uma bênção pitoresca de tudo isso. Com um gole de uma caneca de cerveja.
Como uma migalha passa uma sombra de poeira. Através de rachaduras em minha morada desgastada. E com um beijo confessei uma prosa. De guirlandas em seu xale.
Com uma fraqueza de respiração suave. Gentilmente pecando os pensamentos de vós. Acariciando o calor entre suas coxas. E nem uma bênção pitoresca de tudo isso. A chaleira cantou uma panela de mingau.
Para ouvir rumores entre rachaduras, estou obviamente torcido, Bent na insanidade E um pouco solto nos degraus. Com um puxão de minha mentalidade, eu me torno desvendado, dizem alguns. Eu vejo…
continuar Poemas Eróticos história de sexoA essência dos contos, incha em minha cada vez mais, Como a lua brilha sombras, os espíritos passam, Trazendo-me aos capítulos perdidos do meu ser. Ontem à quinzena da minha caneta de rabisco,…
continuar Poemas Eróticos história de sexoO bastardo das minhas próprias conclusões, dizem alguns, Aproveitando a erótica para respirar a minha vida, pois dou prazeres àqueles que fervem, Dentro do meu caldeirão, que alguns chamam de…
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