Dou livremente minha alma sombria. Liberdade de escriba eu idolatro. Sensualidade e prazeres que eu vejo.
Tudo isso é sagrado e meu afrodisíaco. Erotismo que componho, como uma teia transparente que teco em prosa. Fornicação mística. Dando apenas uma espiada em mim, escrevo sobre espíritos. Conversando nas sombras, aquilo que é luxúria.
Minha pena derrama tinta, no papel eu rabisco. Na noite, fluindo arrebatamentos de carne. Buscando o sublime, da vagina celeste. Tomando comunhão com os sucos de sua ambrosia.
Dou livremente minha alma sombria. Meu pau sobe para a minha musa, enquanto eu ajoelho de joelhos. Tudo isso é sagrado e meu afrodisíaco.
Enquanto sopra o coro da meia-noite dos ventos. Abóboras rugem como almas suaves. Enquanto o diabo canta melodias tristes. Jack Frost espreita o milho. Com olhos de um corvo nascido. Doze passos…
continuar Poemas Eróticos história de sexo"Myfanwy... Myfanwy... Sou sua. Sou sua." "Sim, sim, sim, você é -" Oh! essas palavras de segurança, essas palavras de necessidade, essas palavras de amor. O sorriso, o suspiro, a boca aberta, o…
continuar Poemas Eróticos história de sexoFique quieto, segurou firme. Respire contra o prazer, os pulmões se esforçando para encher, com as duas mãos no mastro, e o rosto enterrado no tesouro, sujeito à vontade de outro como nunca antes…
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