Não sou tão sombrio que sou indiferente. Eu escrevo de poeira poética e musgo pendurado. Sob a lua de um pintor como a prosa ciméria, compondo a luxúria quando meu pênis sobe.
Cumprindo minha sensualidade. Busco profundo perdão, se ofendi os que desejo. Minha alma erótica eu defendo. Rolando em pergaminho, o fogo da fornicação. O Sandman vem, em sonetos e salmos.
Ao contar suas bênçãos, acaricio seus sonhos, sob a lua de um pintor.
Oh! o calor daquele dia Enquanto nos deitamos de conchinha No prado gramado perto do riacho gotejante. Lembre-me, foi a sua virgindade, que eu tirei. Nós deitamos juntos, lábios fechados e beijando…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEra uma vez uma mortalha enquanto minhas palavras gritavam alto. Quando a prostituta sedutora da Babilônia me deu uma piscadela. E o árbitro do meu iminente se tornou minha sombra. Enquanto as…
continuar Poemas Eróticos história de sexoComeçou com ela, e uma linha de jogar fora. no entanto, a semente que foi plantada foi tão sublime. Seu ato de aparar, então uma tarefa semanal; tornaram-se momentos de felicidade, que nós dois…
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