Lua do pintor

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Não sou tão sombrio que sou indiferente. Eu escrevo de poeira poética e musgo pendurado. Sob a lua de um pintor como a prosa ciméria, compondo a luxúria quando meu pênis sobe.

Cumprindo minha sensualidade. Busco profundo perdão, se ofendi os que desejo. Minha alma erótica eu defendo. Rolando em pergaminho, o fogo da fornicação. O Sandman vem, em sonetos e salmos.

Ao contar suas bênçãos, acaricio seus sonhos, sob a lua de um pintor.

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