Não eu sou uma boca de flanela, porque crio minhas palavras em versos como a pena de um javali de um javali, enquanto meus dedos gravam padrões em seus seios, preparando eroticamente prosa castrada na lua dos nighters. Não eu, uma boca de flanela, quando minha língua zumbe, e meu sêmen fricciona meu vomito inchando meu fulminante fuligem. E quando o clone engole sua lambida, meu derramamento babando se torna o crepúsculo do dia, quando o veludo girou minha gosma gelatinosa em sua maldita buceta-guarda. Maldição do dia, prosa de freiras, balançar no balanço do meu crucifixo, e beijo de mão, todas as flores de parede.
Eu ainda amo flertar com o frio Os verões no sul dificultam Confiar no ar condicionado e no gelo automático Eu nunca recuso algo tão bom Sem neve para empilhar e esculpir Apenas uma tigela simples…
continuar Poemas Eróticos história de sexoAlimente-me por favor, caro senhor…
🕑 1 minutos Poemas Eróticos Histórias 👁 5,600Meu precioso fica com fome, fica com muita, muita fome. Comida de conforto minha é o que ela precisa. Por favor, senhor, eu quero um pouco mais, Ela implora só mais uma vez. Só mais uma vez, papai…
continuar Poemas Eróticos história de sexoComo ele amava seus seios redondos. Eles eram grandes e em forma de cone. Ele adorava olhar para seus seios. Seus mamilos tinham gosto de uvas doces. Provar e chupar seus beliscões Era sempre um…
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