Não eu sou uma boca de flanela, porque crio minhas palavras em versos como a pena de um javali de um javali, enquanto meus dedos gravam padrões em seus seios, preparando eroticamente prosa castrada na lua dos nighters. Não eu, uma boca de flanela, quando minha língua zumbe, e meu sêmen fricciona meu vomito inchando meu fulminante fuligem. E quando o clone engole sua lambida, meu derramamento babando se torna o crepúsculo do dia, quando o veludo girou minha gosma gelatinosa em sua maldita buceta-guarda. Maldição do dia, prosa de freiras, balançar no balanço do meu crucifixo, e beijo de mão, todas as flores de parede.
Uma pena escaldante na justa parte do meu bastão de escrever, muitas vezes provocando intoxicação por estranhas embriaguez. Como degelo de gelo, minha composição pinga. Geada do orvalho do…
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🕑 4 minutos Poemas Eróticos Histórias 👁 9,166Nosso inquilino tem um pau enorme, ele brinca com ele todas as noites. A primeira vez que tive um vislumbre Isso me deu um susto! Eu tinha visto isso mole e balançando, Bastante flexível, pequeno e…
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