Tudo o que murcha nos meus rabiscos noturnos, Pode suportar o rigor mortificado da minha prosa, Porque a murcha da mente é a culpada, Enquanto eu prosa a escuridão por trás de frontões verdes. Sob uma sombra particular que me segue, eu brinco com meu ego legítimo, exibindo poeticamente estrofes na fila, meu pau simbolizando a busca erótica. Quando minha musa entra em vapores flutuantes, uma aura de perfume disfarçada de espírito.
Palavras sedutoras no meu pergaminho, Minha sensualidade correndo sujeira. Masturbando com embriaguez precum, A luxúria segue a fornicação dos mortais. Eu Fellatio de Budapeste rolo com pena, confidencialmente com fome em minha confissão bisexualmente. No meu frio arrepio, vejo minha mortalidade, incitando prazeres fervendo com minha personalidade.
Quando a baba cai em cascata nas dobras do meu peito, eu chupo.
Vamos dançar.…
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