Para ouvir rumores entre rachaduras, estou obviamente torcido, Bent na insanidade E um pouco solto nos degraus. Com um puxão de minha mentalidade, eu me torno desvendado, dizem alguns. Eu vejo escuro no final da minha caneta, Escrevendo erótica sem sentimentalismo. Enquanto minha mente palpita versos De minha farra desinibida, No papel sashay minhas inclinações, Sem nostalgia.
Poeticamente adversa a persuasões gentis, eu beijo a pena das fornicações fortes. Entre as folhas das minhas páginas, Meu pau rola saudações. Visto como um desajustamento cômico de erros, Miming sombras com a língua no meu bolso, O centro das atenções está na luxúria, Sendo eu sou o poeta, escrevo sem confusão.
Fodendo com o meu pênis e proeza, mirando nas engenhocas da buceta, eu tenho a minha satisfação minando minhas palavras, até sua boceta até o punho do meu tronco gump.
Antes que o Aspergum entre em ação. Aliviando minha dor de histórias pecaminosas. De uma lasca no meu amadeirado. Do banco de trás de um Chevy. Como as unhas dos pés bebop no meu pau. E ela…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEu nunca deixei este lugar. Sua boca se fecha silenciosamente, apertando como um anel quente e úmido sobre uma coluna de carne necessitada, impotente, subindo em direção ao esquecimento. Meu nome…
continuar Poemas Eróticos história de sexoComo os vermes das trevas atacam minha mente. Com um almíscar do caribu na luxúria. Enfio os lambidas do sal da sua boceta. Dando-te a eternidade condizente com uma sombra. Do meu alter ego no…
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