Quando a geada agarra minha pena E as palavras da prosa me faltam Como a tinta no testamento ainda é Como dunas de areia de silêncio E os versos me enganam Sinto uma carícia de penumbra Sobre meu peito Até as ovais de meus ovóides Quando a geada agarra minha caneta mãos como folhas de palmeira E o crepúsculo desce Quando o pergaminho amassa Seus lábios brincam com meu pênis Como um flautim Quando a geada agarra minha caneta.
Em minha fila mofada de teias de aranha E mofo em velhos tomos, Um cravo amacia minha pena emplumada. O pavio do tapeador vibra nas sombras. Na escuridão ninho antes de amanhã, Masturbando entre as…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEnquanto escrevo, sentado no meu think tank, O poço da minha tinta formula prosa. A pena emplumada dos meus escribas de cuco, Caw do pássaro berrando. Levantando o pau, meu pau de pêndulo, A…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEm baixios de lama eu caminhei, Esmagando para longe a minha estranheza, O ser mortal de mim mesmo, Pronunciando palavras de tristeza escura. Pedra angular da festa da minha alma, eu me dedico,…
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