Árvores majestosas. Espíritos altos eles estão. Sussurrando melodias desconhecidas, à medida que os ramos transcendem. Como violoncelos gemendo suspirando por boceta. Há muito esquecido.
monges mortos se levantando. Fantasmas uivantes de Aberdeen. Musgo escorregadio, como pele molhada. Geada em minhas garras.
Com fome, tenho sede, por sucos de donzelas. Minha busca. Ouvindo a escuridão, obsidiana uivando. Comunicar comigo.
Harking. Escutando o silêncio. Conversando com frades antigos. Árvores majestosas.
Meu coração frio batendo. Eu vampiro. Adagio Sabadicus.
Trazendo você para sempre. Respirando a luxúria da meia-noite. Meu pau alto e robusto. Folhas acariciando minha carne nua.
Eu pego voo. Morgana acompanhada. Minha musa e amante. Circulando galhos sensuais, sob as sombras. Imortais deixando covens para estadias até a manhã.
Buscando desejos eternos, com donzelas desmaiando. Servindo missa à meia-noite. Sussurrando melodias desconhecidas, à medida que os ramos transcendem.
olhar cómico no romance…
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