Em baixios de lama eu caminhei, Esmagando para longe a minha estranheza, O ser mortal de mim mesmo, Pronunciando palavras de tristeza escura. Pedra angular da festa da minha alma, eu me dedico, crepúsculo do dia Contos do pulsar do galo E inchaço da minha destreza. No rejuvenescimento da minha prosa, Desova semente de erotica, babando precum lube-ooze. Os tolos jogam, sinos embriagados. Esvaziando a porcaria do seu epítome, eu rio no meu sótão sombrio.
Minha seiva gira sensualidade, Do infinito abismo da boceta. Gótico ir minha sagacidade de composição, No papel, fácil eu escrevo. Ejaculação de minha picada de pena, Conduzindo minhas fantasias de topázio.
Enquanto sopra o coro da meia-noite dos ventos. Abóboras rugem como almas suaves. Enquanto o diabo canta melodias tristes. Jack Frost espreita o milho. Com olhos de um corvo nascido. Doze passos…
continuar Poemas Eróticos história de sexo"Myfanwy... Myfanwy... Sou sua. Sou sua." "Sim, sim, sim, você é -" Oh! essas palavras de segurança, essas palavras de necessidade, essas palavras de amor. O sorriso, o suspiro, a boca aberta, o…
continuar Poemas Eróticos história de sexoFique quieto, segurou firme. Respire contra o prazer, os pulmões se esforçando para encher, com as duas mãos no mastro, e o rosto enterrado no tesouro, sujeito à vontade de outro como nunca antes…
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