No meu santuário e tudo sobre mim, meus sussurros seguem minhas sombras Como se espíritos dentro do meu habitat passassem. Sou saudado como um excêntrico, beliscão. Enquanto divago, usando minha sanidade mental, na lapela prendo rosas brancas. Gravata e chapeau, carregando uma bengala, sapatos altos e meias argyle. O poeta com poeira, polvilho prosa, de gigolôs, donzelas e alguns cafetões.
Às vezes, conversando, como um piano velho, aperto minhas cordas. Nas asas de fantasmas, crio calafrios, como trolls místicos, por baixo de pontes que passo, criando ilusões de oração de lambedoras de joelhos. Chutando pedras e ossos quebrados. Com estrofes e parágrafos de almíscar eu escrevo, meu pau batendo como uma metadona em esteróides Enquanto engulo minha pílula de ansiedade. O cuco do meu relógio, quebrando uma mola.
Seios de porcelana fina eu polo com meus lábios Como se eu babasse em porcelana. Masturbando, bebendo meu suor noturno, guarnecido com meu fígado inchado. Compondo luxúria em aleluias e espinhos, Agarrando meu pau como um chifre mítico, Como um piano velho, aperto minhas cordas. Na minha grandeza, pornô poético.
Olhos piscantes envoltos em cinza acetinado. Enquanto os gorgulhos escuros se agarravam à minha túnica de algodão. Como a diciapela do Diabo vestida de colete. Com um desmame do gin de bagas…
continuar Poemas Eróticos história de sexoNo brume da noite sem estrelas Em um caminho de caldo de neve derretido Envolto como um xale de perfume de pântano Fuligem de chaminés sopra uma poção infernal. Enquanto as prostitutas brincam no…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEnquanto seus pés de buceta apertam meu pau. Eu gemo em êxtase de júbilo do meu pau. Com um cuming da minha sopa de pênis. Em manifestação de um coro espiritual. Como eu semeio minhas sementes…
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