Em palavras poéticas eu existo. Rabiscando escuro e misterioso. Na realidade, sou apenas amante, um vampiro com sentimentos.
Sensibilidade nas minhas presas. Garras fazendo cócegas na sua espinha. Ambidestro com a pena, dando emoções e calafrios. Deixe-me alimentar sua caixa de amor.
Minha língua é longa e estreita. Os lábios estão apenas a um hálito frio. Meu pau palpita. Meros mortais não tenham medo.
Ofereça suas mulheres justas. As virgens são muito valiosas, mas eu ofereço a imortalidade. Em palavras poéticas eu existo, mas não preciso de uma permissão.
Na realidade, eu desejo um amante, deixando seu corpo ansioso.
Com la petite mort eu ejaculei Enquanto os grilos esculpiam um coro sombrio Fingindo um sorriso enquanto você lambia Gotejamento da esponja do meu pau Com uma língua em forma de colher de renda de…
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