Eu fui ridicularizado, cuspido e gritado, que não tem um pingo de sensualidade, pensando que eu interrompo seu comportamento de fantasia. Eles engolem pornografia, que é um ato, um espírito, traços talentosos e não arte. O presente da prosa no meu escurecimento, está sujeito a pensar e acreditar. No papel, o erotismo vive.
Eu fui ridicularizado, cuspido e grito, mas com a minha verdade eu tenho a influência. Nos meus escritos, venho vivo. O galo uma justa para minhas belas damas, Dentro do cálice da boceta, eu cum.
Evermore, vomitando poeticamente. Em hortelã pimenta, meu pau swizzle emociona, Fellatio em escritos, eu não preciso de cerveja. Adagio aumenta o pulso. Elixir de pena em carne mortal fluindo, Gerando o latejar do clitóris. Na minha mesa, mandado de fornicação.
Mais um doce poema de amor para o seu prazer de leitura... divirta-se...…
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