Phantasia, no meu despertar do sono, o outro lado de mim é íngreme. Percebendo palavras de prazeres, eu procuro. Em uma catacumba de sensualidade sombria, Poeticamente fermentando minha personalidade, Jurando estrofes de cópulas, Meu pênis se eleva.
Em pau, minha picada desta ocasião, Você sela minhas coxas, montando. A fest eu procuro, da minha sobriedade, A luxúria da minha pena. Latejando, eu desmaio de minha composição, Seios suaves de fontes eu tenho sede, Lactações de minhas fornicações, Apagando meu verso. A torre de justa, meu eixo cums, Jorrando meu alimento noturno, Na beira da sanidade de amanhã, Phantasia, no meu despertar do sono.