No anoitecer de saudades, rindo em uma brisa, minha tagarela se soltou, enquanto minha sinuosidade se agitava. - Sob a sombra torta, os aldravas do vento descem com suspiros, menos alarde de ooga-ooga. Com o cuspe da minha tagarelice, escrevo arrumado, girada na bobina, o feito da noite de ontem. Como uma foice cortando trigo, como um fardo de codorna tremula, olhos verdes dormem, atrás de cumeeiras uma veneziana. E à medida que a lua transcende, eu acendi a medula, beijando teus lábios malignos e o calor de seus bens móveis.
Peneirando minha roupa caseira, liberando minha semente, enquanto meu doodle errante se arrastava, menos fanfarra de ooga-ooga. Que eu me orgulho de levantar-te meu brinde, enfeitando meu pau gregantemente, minha tagarelice se solta, enquanto minha sinuosidade se agita. De pedra angular do meu osso, como seus quadris dão uma piada, minha língua aninhada, como uma sidra de doce.
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