Embalando minha cabeça em agonia de pecados Eu tenho trabalhado com sorriso desonesto no papel, meu caldo enganoso, de imaginação com a caneta, e covens escuros, eu, o coiote vermelho do inferno. Perfumando o almíscar do capuz da sua vagina, uma silhueta de mímica, da minha grade, disfarçada de um pardal, eu, o coiote vermelho do Inferno. E enquanto eu rolo com um uivo que se aproxima, cobiçando minhas bochechas babando e uma língua poeticamente esticada, eu, o coiote vermelho do Inferno. Agora, em palavrões, minha devassidão partindo, sua boceta com um sorriso sedutor agarra uma silhueta de mímica, da minha grade, eu, o coiote vermelho do Inferno.
Eu sou o verso cru e inédito.…
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