No brume da noite sem estrelas Em um caminho de caldo de neve derretido Envolto como um xale de perfume de pântano Fuligem de chaminés sopra uma poção infernal. Enquanto as prostitutas brincam no violino de um galo E suas bocetas agitam um guisado luxurioso Com um guincho de um gato de rua Empoleirado em uma cerca de pretérito. E enquanto as prostitutas chupam a gordura do pênis Gelando os ossos até o sapato de alguém cuspa No brume da noite sem estrelas Três lances acima do velho arenito.
Enquanto os espíritos do gin arrotam presságios Para o velho lang syne de um coro Com o guincho de um gato de rua Empoleirado em uma cerca de pretérito.
A alma de alguém acende a chama do verdadeiro erotismo. O pavio é apenas a pena que flui de cera de esperma. Atrás dos capuzes das empenas, suspiro, à beira do amanhecer de um novo dia,…
continuar Poemas Eróticos história de sexoNas minhas escapadas poéticas de prazeres eróticos, beijei as pedras de vagabundos luxuriosos. Acariciou o mármore dos peitos de donzelas. Sussurrado em borboletas azuis, e masturbado em teias de…
continuar Poemas Eróticos história de sexoNo erotismo fui amamentado, no vale dos peitos. A lactação me afinou, na busca da sensualidade. Juntamente com meu diário, saí de casa de minha mãe. Pondo os pés em Budapeste, prosperei com a…
continuar Poemas Eróticos história de sexo