Ventos ocos nos pântanos do meu despertar, desafiando a literatura de doçura e refinamento. Poeticamente, estou apegado à treva, no parentesco da besta trovejante. Na minha personalidade de livraria, Redentor de carne macia que componho. Como se uma mariposa sob o halo da luz eu danço, jogando ambidestro minhas inclinações.
Minha alma de Sandman e inclinações eróticas, legando sonhos e luxúria eterna. Nas asas da borboleta cigana, cito meus salmos, O renascimento do meu erotismo dando frutos. Meu pau, a ampulheta da minha masculinidade se espalhando, até a manhã no gramado estar orvalho. Os ecos da minha estranheza rangendo suavemente, arabesco que faço nos seus seios com os lábios.
Coabitação da pena e da picada que procuro, em parentesco da besta trovejante.
Um deleite picante da noite das queimaduras…
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