No meu bailiwick no alto do canalha, Coçando manchas de tinta em tons desviantes. Minha pluma de canetas pontilhada de fantasmas, salgueiros altos e musseletas. Se a escuridão não te acordar, Os ides de All Hallows 'vão, Quando os talos de milho encolherem E o fio dental da vela se encolher. Eu sou um ghoul, um amante, não um fantasma com um boo, Minha musa com um bócio, uma prostituta de dez dólares, Com olhos de renda como o andar de uma aranha, Acariciando meu caule e cuspindo sementes.
Gritando, "jubilation corn-porn", no meu bailiwick no alto do valete.
Olhos piscantes envoltos em cinza acetinado. Enquanto os gorgulhos escuros se agarravam à minha túnica de algodão. Como a diciapela do Diabo vestida de colete. Com um desmame do gin de bagas…
continuar Poemas Eróticos história de sexoNo brume da noite sem estrelas Em um caminho de caldo de neve derretido Envolto como um xale de perfume de pântano Fuligem de chaminés sopra uma poção infernal. Enquanto as prostitutas brincam no…
continuar Poemas Eróticos história de sexoEnquanto seus pés de buceta apertam meu pau. Eu gemo em êxtase de júbilo do meu pau. Com um cuming da minha sopa de pênis. Em manifestação de um coro espiritual. Como eu semeio minhas sementes…
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