Homenagem à Deusa, homenagem à Musa.…
🕑 2 minutos minutos Poemas de amor HistóriasNos encontramos na encruzilhada empoeirada; De uma cidade silenciosa e sem nome; Um lugar abandonado. Quando a lua cheia usava uma carranca. Ela era uma deusa do couro; Um exilado do abismo. Com olhos de fogo vivo. E doce veneno em seu beijo.
Seus lábios da cor da fúria; Sua pele, como antigamente: Branca como as torres ondulantes. De nuvem no coração do frio. Eu provei carne opalescente; Violeta e carmesim com vida; E aí se enfureceu implacável. As forças da tempestade e do conflito. Naquela noite nós dois bebemos o néctar; A essência doce e salgada da luxúria.
Ela me combinou medida por medida; Retornando cada beijo e cada impulso. Seus olhos brilham com as brasas; Seus membros incandescentes com chamas. Invocando tudo o que é pagão; Chamando os deuses da tempestade pelo nome.
Eu a amei ferozmente até de manhã; Montando seu corcel indomável. Através da luxúria sem limites e através do riso. Até que todas as nossas paixões fossem libertadas.
Acordei na expectativa. Do doce amor artesanal, raro e desconhecido; E de beleza brilhando diante de mim; Mas descobri que eu estava deitada sozinha. Então procurei em cada canto. Daquela cidade abandonada.
Mas não encontrou nenhum vestígio dela; Melhor eu deixar minhas mágoas se afogarem. Marcas desbotadas em meu corpo; Visões que perduram em meus olhos. São tudo que me resta agora dela; Estes e o céu rodopiante e espectral.
Você acha que a paixão veio de alguma outra flor, uma trepadeira chamando seu nome. Há uma diferença entre corda e renda, amor. Talvez eu não possa te inflamar do jeito que os outros podem, seja…
continuar Poemas de amor história de sexoQuando você se cansar, encontrarei uma cama para você…
🕑 1 minutos Poemas de amor Histórias 👁 1,541No suave e quente âmbar do sol tardio da noite, Como as vinhas verdejantes que cercam os troncos correm, Sob uma cerejeira na sombra fresca isolada Nossos corpos tecerão uma trança labiríntica.…
continuar Poemas de amor história de sexoQue sombras caem no meu sono poético, De você sorrindo com bolotas em seu cabelo. Em silêncio, enquanto o sicômoro respira, De umbrar do outono e soprando folhas E doilies geadas no orvalho. Com…
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