Em Darukavana, os mortos jaziam abatidos, sob os maçanetas dos pinheiros soprados, a lua fria subindo ao céu como teias de guloseimas parecidas com gelo. E quando o wile flui meu sorriso, em uma inscrição da minha caneta, fazendo um pouco de pecados impertinentes enquanto cantando presságios escuros. Com balde de amenos, sinto a presença do frio, maldições que trazem muito tempo com sede de aspirações da minha maldição.
E você sorrindo por cima do meu ombro, me dando um cheiro de sprite musical, sussurrando o cheiro do passado passado enquanto eu balbucia na minha quadra. Como charque em torrada queimada, eu dei ossos para o fantasma, grelhando em minhas rotinas de caneta eróticas, enquanto cantava presságios sombrios. De um cadáver em repouso, de cauda longa e comprida, no alto da colina, com um longo véu de fuga, com um balde de amêndoa e um cravo na lapela. Calma um pouco, não chore, Adagio vai usar gravata borboleta e quando a névoa começar a subir, me beija bem, tchau-tchau. Com um arroto, eu abro mão do hábito, dos últimos ritos e de uma máscara funerária e, com um whoosh, enxuto, um fogo fátuo e um tablete do diabo.
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