Acabaram-se os nós que fizeram minhas meias com fios soltos, deitadas na minha cama e saíram os cartazes pendurados na parede, de roqueiros passados, nomes que não consigo lembrar. Para onde foram os colchões de lugar, aqueles com manchas e nomes de estados, com migalhas de biscoito de graham e zumbidos do meio-dia? Acabaram-se os relógios de corda com as mãos que brilham no escuro e as piscinas no parque com cloro? Agora, às seis e meia da sua vida, quando o outono se transforma em inverno e seu cabelo se transforma em prata, ainda me tricota os nós que fazem minhas meias.
Estranhos no mundo Amantes no coração Pensamentos de imaginação selvagem Sexual... Sensual... Romance... Beijos quentes, úmidos e profundos Hálito quente em nossos ouvidos Palavras sussurrantes…
continuar Poemas de amor história de sexoNós seguimos nosso próprio caminho. Aparecem nuvens, macias ou cinza, como trampolins. Nós viajamos. Nossas almas as lanternas, Uma pena nossa bengala, Um farol em pergaminho. Escrevemos palavras…
continuar Poemas de amor história de sexoAlcançando o infinito. Na minha daltonismo. Tudo o que vejo, com meus olhos eternos... telescópicos. Céus escuros. Rolo crescente pálido, a lua. Trufas brancas, as estrelas. Flutuação de…
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