Segurando a noite

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Um homem está deitado sozinho na cama revendo o tempo que compartilhou lá…

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Longe na escuridão cada vez mais profunda da noite. Deito-me sozinho na minha cama amarrotada. Lençóis torcidos como se vítimas de tormento. Meus pensamentos alertam, ao evocá-la.

Pele lisa contra a minha, suavemente; Às vezes descontroladamente, freneticamente arfando; Em todas as nossas poses, as pernas se separam. Aceitando carícias ardentes. De dedos, lábios e língua. Ela, dando com vontade. Acesso à minha dureza.

Eu, aceitando com entusiasmo aquele presente. Deslizar para cima, sempre para cima. Em seu acolhedor país das maravilhas. Empurrando, respondendo, arfando, pulsando.

Até que nossos gritos calem as chamadas noturnas. Nossa paixão passou. Mas como foi bom.

Agora eu deito aqui sozinho, eu suspiro. Em algum lugar aquela coruja piou mais uma vez. E a água cai. Inquieto eu me mexo, acendo a luz noturna.

E eu espero, desejando que ela estivesse aqui. E de repente, como uma visão nua, ela é. "Tomei um banho rápido." Sussurrou seu pedido de desculpas. "Por que a luz?" ela pergunta, vindo para a cama.

"Para ver o seu corpo maravilhoso.". Seu sorriso tão cativante, "Mas você já viu. E tocou como uma harpa a noite toda." Eu não me canso disso, por que o banho?".

Deitada, ela sussurra: "Para me preparar". "Para quê?". "Sua promessa de dedos, lábios e língua.". Suas coxas bem abertas, pinkness espera. Este homem muito sortudo.

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