Eddie adorava pegar na mão dela, como os cavalheiros de outrora, e com um floreio grandioso, beijar cada anel de prata que ela usava. Os amigos muitas vezes se perguntavam por que era apenas a mão dela que ele se curvava, mas ele apenas dizia "não cabe a você mergulhar, querida multidão". E ela! Ela sabia o motivo e apenas sorriu ao observar como ele vinha jantar com um creme perfumado, o rosto tão solene como um voto. E assim cada saudação, assim foi: a mão dela na dele, ele lamberia os lábios e respiraria fundo aquele perfume perfeito de buceta na ponta dos dedos.
Blasfêmia é o nome dela. Como ela grita, tão profana. Engarrafado em um pequeno pacote. Ela me provoca, insanamente. Sucumbindo aos seus atributos. Tão exibido e bem definido. Beleza cinzelada. A…
continuar Poemas de amor história de sexoSem exceções, eu sou ruim. Ruim, porque eu quero te foder. Erotica é meu nome de plume. A fama não é o meu jogo. Eu desejo abalar o seu mundo. Leve você para lugares escuros. No pergaminho, que…
continuar Poemas de amor história de sexoOutra sombra cinza está sobre mim. Enquanto escrevo sob a vela. Minha nudez diante do espelho. Despertado, como eu o imagino. Do dormer acima. Eroticamente se comportando mal na minha escrita.…
continuar Poemas de amor história de sexo