Eddie adorava pegar na mão dela, como os cavalheiros de outrora, e com um floreio grandioso, beijar cada anel de prata que ela usava. Os amigos muitas vezes se perguntavam por que era apenas a mão dela que ele se curvava, mas ele apenas dizia "não cabe a você mergulhar, querida multidão". E ela! Ela sabia o motivo e apenas sorriu ao observar como ele vinha jantar com um creme perfumado, o rosto tão solene como um voto. E assim cada saudação, assim foi: a mão dela na dele, ele lamberia os lábios e respiraria fundo aquele perfume perfeito de buceta na ponta dos dedos.
Quando você afunda os dentes no meu pescoço, sinto meus sucos começarem a fluir. Quando você me empurra contra a parede, sinto meu clímax se acumulando. Quando você me vira na cama, desliza seu…
continuar Poemas de amor história de sexoNo primeiro dia de Natal Meu verdadeiro amor me deu: Uma punheta debaixo da árvore. No segundo dia de Natal Meu verdadeiro amor me deu: Duas bolas de cócegas, E uma punheta debaixo da árvore. No…
continuar Poemas de amor história de sexoEu acordo E alcanço por você. Os lençóis vazios estão frios Sob minha mão estendida. Eu rolo e enterro meu rosto no travesseiro molhado. O cachorro lambe minhas costas expostas E ajuda a…
continuar Poemas de amor história de sexo