Ode à submissa de coração partido eu olho em volta com olhos maravilhados entristecidos e abalados elevo meu olhar para os céus procurando além das nuvens quais mentiras eu pondero sobre meu valor para ninguém lá desde o momento do nascimento alguém realmente se importou meu olhar deriva para o areia o mar frio beliscando meus pés o deslocamento da terra a profundidade ali para cumprimentar era assim que era para ser solitário e sozinho no pôr do sol acolhendo a frieza do mar quando ele se ergue para me envolver penso nas massas silenciosas isso nunca deu um segundo pensamento eu vejo o tempo passar meu último suspiro na minha garganta foi pego olhos se fechando para a escuridão abaixo da umidade do mar subindo pois é minha hora de ir sem ninguém perceber eu dou um último olhar e então as ondas cobrem a areia abaixo tremeu e, finalmente, acabou.
Encontrando o certo…
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