Oprimidos, nossos corações vulneráveis se enchem, frágeis pelo peso da emoção, mas não há colapso ou implosão, apenas a queda silenciosa de uma única lágrima. Uma gota no oceano sem barulho nem cerimônia, sinto-a reverberar algures na voz que conheço e o eco frio de um estranho jaz o silêncio de deixar ir tanto de mim. Deixá-los ir é uma libertação tão profunda que sempre me surpreendo que algo tão potente de dentro possa chover tão lindamente sem fazer barulho, do imediatismo de um momento presente ou de um flash de memória avassalador. Talvez seu som não seja rastreável para nós, cadências e inflexões de uma linguagem que nos faria esquecer nossos melhores anjos.
Nunca uma lágrima se forma sem uma história, cada uma nascida na presença do passado e agora, com cada capítulo oculto no meio, tão cheia de várias histórias até finalmente cair em bochechas rosadas e cruas. Deixando para trás um rastro na pele úmida, suas viagens são silenciosas, carregadas de dor, todos os medos aos quais ainda não dei voz. Eles correm para baixo deixando minha bochecha, como se estivessem desesperados para escapar de mim, como se as histórias que eles contêm se recusassem a fazer parte de mim por mais tempo. Suas ondulações viajam em todas as direções, uma mensagem telegrafada para um coração que ainda pode me segurar e me manter seguro. Nem todos são amargos ou feitos para te fazer ficar, alguns guardam vislumbres resilientes ao atingir a luz, lembretes esperançosos piscando mesmo quando não consigo me lembrar da última vez que ri tanto, encantado com todo o meu ser Gotas no oceano sem barulho ou cerimônia, versos e refrões inéditos ondulando, tremendo daquele lugar onde seu coração me conheceu como nenhum outro jamais conheceu ou poderia.
Às vezes eu os deixo ir para manter uma dor ainda mais sombria sob controle, para proteger a mim mesmo e àqueles que conheço de onde estive, para que às vezes não exploda de todo o amor que ainda guardo dentro de mim. Talvez seu som seja imensurável e infinito, estrondoso, rindo, gritando que ensurdeceria corações frágeis com a potência das histórias contidas, aquele som dos nossos melhores anjos voando em direção à luz. Mas algo que nos limpa a alma merece criar som ao fugir de nós, seja apenas uma nota triste singular ou o sopro de uma sinfonia amorosa.
Certamente sinto a reverberação de cada lágrima que parece encher meu âmago de ecos. Ecos. Então silêncio..
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