De uma silhueta no abajur da minha mente. No futon de um travesseiro macio de pão torrado. Deitando-me para dormir em nosso pette. Em nossa rede de cadeira de balanço. Com sonhos de degraus em um jardim eterno.
No rio sem tempo enquanto nosso amor envelhece. Como um bom vinho, como fitas se enroscam em seu cabelo. E como o crepúsculo do inverno caiu uma neve. Em flocos de xales recém-nascidos.
Nós beijamos para afastar a ira negra. De uma silhueta no abajur da minha mente. Próximo, sem sentir dor. Enquanto as cordas dos corações tocam nosso banjo. Antes que o bule assobie um sopro de madrugada.
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