Um outono mais justo não poderia ter sido imaginado. Entre a brisa varreu rajadas de madeiras sedosas E o sussurro das árvores sinfônicas. Folhas caindo em interlúdios de castanhos e dourados. Enquanto dançamos no velo da urze enluarada. Nas sombras dos abetos e pinheiros.
E o brilho divino de um céu divino. Arrebatado em nosso alcyon. Enquanto descansamos nossas cabeças em travesseiros de cogumelos. E as chuvas adoçam as trufas.
Espelhado nas rimas do nosso amor. E sons de ecos enquanto ouvimos. Caindo em cascata sobre pedras no riacho do prado.
Como folhas surfando nos ventos soprados.
Eu chorei de novo hoje eu faço a maior parte dos dias enquanto acordo Duvido porque eu fico Amarrado, infeliz à vida Lágrimas e pânico se instalam Eu luto e me debato Tentando acalmar minha mente…
continuar Poemas de amor história de sexoComo cordas de vento em uma pipa como pétalas chorar, silenciosamente subindo acima serenata de canção de amor, com velas e memórias poeticamente inchando meu coração, a partir de uma…
continuar Poemas de amor história de sexoQuando as palavras obscurecidas ofuscam meu ser, rabisco algumas linhas de ondulação poética e ouço o fluxo acalmar meu drible, tudo nunca está vestido de preto, mas toda a vida começa no…
continuar Poemas de amor história de sexo