Em sombras de madeiras de mimosa, Entre ventos fofos de visco, Sensualmente despertando minha procura Em jardim de xícaras de tulipa. Um aroma de sua beleza embute, Em sussurros eu falo, Meu sempre amoroso tão azul, Suaves quartos de acolchoados, eu me levantei. Sob os galhos das árvores Entre os ventos do visco E quando os pássaros cantarolam Eu me lembro das palavras de setembro.
Como as folhas começam a arabesco, O suspiro do seu passe No jardim de xícaras de tulipas, Com impressões labiais da sua alma. Nas sombras das madeiras da mimosa, Entre os ventos fracos do visco, Cantos macios acolchoados, eu me levantei.
No infinito num tinteiro, as palavras para sempre leram, no cabeçalho dos meus pensamentos e sensualidades, pão de vida. Com pétalas de orvalho e lembranças de você, agora aqui na minha sozinha…
continuar Poemas de amor história de sexoO único preço a pagar por respirar você era saber que talvez eu nunca seja capaz de deixá-lo ir, que meus pulmões se dobrariam em torno dessa essência e nunca se importariam em conhecer outra.…
continuar Poemas de amor história de sexoVocê sentiu E eu também Nós dois sabemos o que era Um som que não é ouvido Sinaliza o fim do amor Uma chamada de acasalamento invertida Acoplamento desfeito Um som que não é ouvido Que diz que…
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