Quando o grão desvendar minha mente fria como pedra Em uma rocha plana do relógio de um poeta E minhas reflexões ecoarem minha tonalidade Os sonhos dirão se minha emoção era verdadeira Entre a névoa e o beijo de uma sereia Com o toque de um sino na ondulação da bóia Como se minhas palavras se tornaram uma canção de Mandelson Um desejo de meu amor nomeando uma canção de estrofe Quando a areia desvenda minha mente fria como pedra Se estabelecendo com um mingau suave de tom Uma tempestade de ventos agitando meu tempo Enquanto sonho sob o brilho lunar Com o som de um rima de foghorn Do ninho de corvo do meu peito poético Um opus fervilhando sobre minhas palavras Desvendando o futuro com um novelo de lã Do amor eterno que jurei Quando o grão desvenda minha mente fria como pedra.
Como um enxame de coro de colibris. Um solstício de sinos de casamento tocam. Em um labirinto de sonhos como um labirinto. Com um ponto focal enquanto meus olhos desbotam. Como um caleidoscópio de…
continuar Poemas de amor história de sexoComo uma escada que leva aos frontões de minha fenda Eu em copos entre as vigas de minha mente Como um sátiro sobre duas pernas se tornando a cabra do lavadouro Cossando sobre o fosso de minha…
continuar Poemas de amor história de sexoDeitado aqui, dominado. Solitário à noite. Ainda possuído pelo seu gosto; O seu cheiro, a doçura selvagem. Deste momento em sua impermanência. Primeiro a harmonia, depois a dissolução. A…
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