Como os pousios cederam nas árvores E os sussurros do vento uivaram Uma mortalha da lua caiu uma sesta escura Como as corujas piscaram um pacto Do meu despertar com uma piada sombria. No devido tempo, enquanto eu monto uma voz distorcida Tão apropriadamente refreou-se na floresta de carvalho Desmaiando você uma obra de arte enquanto os vaga-lumes caem Um candelabro como se luzes de carruagem aparecessem perto Em sonata pitoresca enquanto meus lábios louvam seu peito. E enquanto eu sinto o marfim dos meus dentes O c língua da minha língua fala em Z Com um brilho azul na sua nuca Cortejando você ama com um coro Kickapoo De servos espirituais e vampiros divertidos.
Como folhas de outono Minhas lágrimas caem no chão de pedra. Sua imagem estremece na minha mão E eu me vejo sorrindo, Desajeitada no começo, Mas segundos depois com devaneio. Minha mente inunda…
continuar Poemas de amor história de sexoOh, essa doce sátira! A provocação que enquadra Esta pira amorosa, Torna-se a mais precária das brincadeiras. E nós, agora engolfados nas chamas, Jogamos com desejo desagradável. E,…
continuar Poemas de amor história de sexoBebendo oferendas ambrosianas Das taças dos deuses Tocando as mãos Pontas dos beatos da serenidade Para a veneração de todos os desejos futuros Para a celebração De intoxicação elemental Para…
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