Não tendo fama para reivindicar, apenas um homem sem nome, um homem que te amou e concedeu desejos de memórias quando éramos jovens e o céu azul. Quando coloquei a auréola em seu cabelo e escovei suas asas douradas, enquanto você cavalgava um unicórnio mágico da floresta, as bolotas cantavam. Aproximamo-nos dos salões de sempre, no limbo entre andares e a balaustrada pendurada de hera, das memórias de quando éramos jovens.
Enquanto as cordas da minha cítara começam a falhar e uma mortalha fecha meus olhos de catarata, eu sempre te adorarei, meu anjo caído, enquanto minha voz melancólica desaparece do acaso. E o unicórnio mágico da floresta dando rédeas à minha alma no caixão, sem fama a reclamar, apenas um homem sem nome, até nos beijarmos e as bolotas cantarem.
Alcançar você nos desfaz, é o fim e o início de nossa divisão impossível, colocando cada erro nosso em uma ampulheta nublada e escondendo falhas nas dobras delicadas do tempo. Todos esses…
continuar Poemas de amor história de sexoVocê guardou minhas lágrimas como lembranças. Jogou com meus medos mais sombrios. Prendeu meu coração com desprezo. Me usou até que eu estava totalmente gasto. No entanto, continuei a voltar…
continuar Poemas de amor história de sexoSenhorita perfeita, mas não como parece…
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