Não tendo fama para reivindicar, apenas um homem sem nome, um homem que te amou e concedeu desejos de memórias quando éramos jovens e o céu azul. Quando coloquei a auréola em seu cabelo e escovei suas asas douradas, enquanto você cavalgava um unicórnio mágico da floresta, as bolotas cantavam. Aproximamo-nos dos salões de sempre, no limbo entre andares e a balaustrada pendurada de hera, das memórias de quando éramos jovens. Enquanto as cordas da minha cítara começam a falhar e uma mortalha fecha meus olhos de catarata, eu sempre te adorarei, meu anjo caído, enquanto minha voz melancólica desaparece do acaso. E o unicórnio mágico da floresta dando rédeas à minha alma no caixão, sem fama a reclamar, apenas um homem sem nome, até nos beijarmos e as bolotas cantarem.
Ser pego em uma enxurrada de palavras…
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