Por baixo do meu xale, velhos ossos de mim, o pêndulo do meu cigarro agitando meu chá enquanto o crepúsculo se torna um redemoinho próximo, em escribas eu prego, tchau e tchau. Com um sorriso risonho, o poeta Osage, na crista do rio Estige, como a maré no tinteiro incha, poeticamente entre o Martírio e o Inferno. Agora com maldição de garanhão quebrado, meu pênis jazia sobre minhas coxas, pingando não, mas um fantasma de uma gota, em uma sombra sublime em minha mente. Nascido de um pecado, entre a luxúria e a cortejação, um clitóris em uma sela fende meu vomito, com uma agitação e uma agitação, quando ela levanta meu fogão mudo. Com festuca e grama na minha bunda, dou um leve choro distante… o pêndulo do meu cigarro agitando meu chá, enquanto o crepúsculo se torna um redemoinho próximo.
Ela é um poema que você esperaria ser Rima e medidor; A poesia habitual. Mas ai de mim! Ela é selvagem Indomável, fogosa E eu estou amando ela Em silêncio Como eu sempre…
continuar Poemas de amor história de sexoUma rosa dentro do meu coração Quando eu não te vejo, por um dia ou dois eu tenho um sentimento ansioso Minha mente e pensamentos estão tontos Eu me vejo sonhando acordado Eu não consigo pensar…
continuar Poemas de amor história de sexoOntem à noite fiquei paralisado enquanto observava a lua perseguir Vênus pelo céu. Arremessando entre as nuvens, um arco impossível, apenas para ficar aquém de sua beleza. E eu assisti em total…
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