Por baixo do meu xale, velhos ossos de mim, o pêndulo do meu cigarro agitando meu chá enquanto o crepúsculo se torna um redemoinho próximo, em escribas eu prego, tchau e tchau. Com um sorriso risonho, o poeta Osage, na crista do rio Estige, como a maré no tinteiro incha, poeticamente entre o Martírio e o Inferno. Agora com maldição de garanhão quebrado, meu pênis jazia sobre minhas coxas, pingando não, mas um fantasma de uma gota, em uma sombra sublime em minha mente. Nascido de um pecado, entre a luxúria e a cortejação, um clitóris em uma sela fende meu vomito, com uma agitação e uma agitação, quando ela levanta meu fogão mudo.
Com festuca e grama na minha bunda, dou um leve choro distante… o pêndulo do meu cigarro agitando meu chá, enquanto o crepúsculo se torna um redemoinho próximo.
Como posso estar carente. Quando você está ao meu lado. No entanto, o desejo está lá. Descansando com calma, delicadeza e cheia de paixão latente. Para quando eu te tocar. E nossos corpos…
continuar Poemas de amor história de sexoCom dedos tão dormentes…
🕑 1 minutos Poemas de amor Histórias 👁 1,561E depois que partirmos, quem se lembrará de se importar. Desespero esperando pela perda que todos sofrerão. Pela perda. Pela perda. Eles mostram amor e desespero. Nós nunca iremos voltar. Mas…
continuar Poemas de amor história de sexoVocê usava o luar como um segredo, uma confissão bem guardada para florescer contra sua pele. Eu estava com muito medo de tocar então, já sem saber como me soltar diante desse perigoso rubicão…
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